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Perversidade de medida do MECI impede acesso de estudantes mais vulneráveis ao ensino superior
A alteração das regras de acesso ao ensino superior para estudantes com deficiência constitui mais um grave retrocesso nas políticas de inclusão e igualdade de oportunidades. Ao impor como critério, praticamente exclusivo, a apresentação de um atestado multiusos com incapacidade igual ou superior a 60%, o Governo está a ignorar a realidade concreta de centenas de estudantes com doenças graves, incapacitantes e crónicas, cujos percursos escolares são profundamente afetados pelas suas condições de saúde.
FENPROF reuniu com CRUP
Uma delegação do Departamento do Ensino Superior e Investigação (DESI) da FENPROF reuniu com o Presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), Paulo Jorge Ferreira, no dia nove de fevereiro, na sequência de um pedido formal feito ao CRUP pelo DESI no passado mês de janeiro.
Vencimentos, escalões e índices do Ensino Superior e Investigação
Escalas Indiciárias e valor ilíquido dos índices das carreiras de investigadores e docentes do ensino superior para 2026
FENPROF debateu desafios da Inteligência Artificial no Ensino Superior e na Ciência... mas não só!
A FENPROF realizou, no passado sábado, 24 de janeiro, um encontro de trabalho subordinado ao tema “Os desafios da IA no Ensino Superior e na Ciência”, que reuniu cerca de três dezenas de docentes e investigadores de todo o país. A iniciativa promoveu uma reflexão aprofundada sobre a generalização do uso da inteligência artificial generativa no ensino e na investigação científica; inicialmente centrada nesse sector, facilmente extravasou para outros planos, designadamente para o universo geral do sistema de ensino.
Francisco Gonçalves: "Desafios da IA no Ensino Superior e Ciência"
Intervenção de abertura do Secretário-geral da FENPROF no encontro de trabalho sobre Inteligência Artificial no Ensino Superior e na Ciência. Francisco Gonçalves colocou 5 grupos de questões a que é necessário dar resposta, designadamente quanto à urgência e controlo da IA.
Um ano letivo em que o acumulado de alunos com falta de professores é superior ao verificado no ano anterior
O ano letivo de 2024/2025 chegou ao fim, mas deixa para trás um rasto preocupante: a crónica falta de professores nas escolas voltou a marcar negativamente a vida de muitos alunos. A promessa de garantir estabilidade no corpo docente e reduzir os períodos sem aulas não se concretizou. Pelo contrário: o problema agravou-se.
A FENPROF suspeita que o problema se agravará no próximo ano letivo. O número de docentes não colocados no Concurso Externo de 2025 é pouco superior a 20 mil professores, sobretudo nos grupos curriculares da Educação Pré-Escolar, 1.º Ciclo do ensino básico, Educação Especial e Educação Física. Neste caso, ainda que ligeiramente abaixo do valor do ano anterior, este número é revelador de um défice estrutural de recursos humanos e da ausência de uma política eficaz de atratividade e fixação na profissão.
Inclusão de estudantes com necessidades educativas específicas (NEE) no ensino superior
No dia 12 de maio, o Departamento do Ensino Superior e Investigação (DESI) da FENPROF realizou uma ação de sensibilização dedicada à inclusão de estudantes com necessidades educativas específicas (NEE) no ensino superior. Esta foi a primeira de um conjunto de sessões que o DESI pretende dinamizar, no sentido de promover um debate consequente sobre os desafios da inclusão e de sensibilizar para a necessidade de medidas estruturais nesta área. O evento teve como oradoras principais Edite Oliveira, docente da Universidade Nova de Lisboa e coordenadora do seu Gabinete de Apoio às NEE, e Guadalupe Almeida, docente do Instituto Politécnico de Beja e responsável pelo Gabinete de Inclusão para o Conhecimento (GIC). A sessão incluiu ainda o testemunho de Leonor Marcos, estudante da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, que partilhou a sua experiência pessoal no ensino superior.
Assista aqui à gravação do debate.
Sessão de sensibilização: Inclusão de Estudantes com necessidades específicas no Ensino Superior
Há cada vez mais estudantes com necessidades específicas a frequentar o ensino superior. Contudo, a generalidade dos docentes do ensino superior não tem formação especializada nestas áreas para responder adequadamente às necessidades destes estudantes.
Como lidar com estas realidades? Como pode um docente do ensino superior contribuir para a inclusão e o sucesso dos seus alunos com necessidades específicas?
É importante lembrar que os estudantes com necessidades específicas têm o mesmo direito ao acesso e ao sucesso no ensino superior.
Participa nesta sessão de sensibilização promovida pela FENPROF!
Levar a luta até ao voto
A FENPROF, através de documentos explicitamente dirigidos a docentes e investigadores dos setores público e privado, no país e no estrangeiro, lançou importantes alertas para que os professores portugueses não percam a oportunidade de aproveitar o momento do voto para continuar a sua luta.
Conhecidas as propostas dos professores, a inevitável satisfação de algumas das suas reivindicações que ficaram patentes nos programas eleitorais de todos os partidos, há um ano, e as intenções ainda não executadas dos partidos que suportam o atual governo, é importante que todos nos inteiremos das consequências do nosso voto, quando em 18 de maio agirmos ao escolher os deputados que nos irão representar.
Em 18 de maio não vamos eleger um governo, nem votar num primeiro ministro. Em 18 de maio vamos compor a Assembleia da República e daí resultará, ou não, o equilíbrio político de que os portugueses necessitam para formar um governo justo e democrático.
FENPROF reúne com partidos para apresentar as suas propostas e reivindicações aos candidatos às eleições de 18 de maio
Terminou esta quinta-feira a primeira ronda de reuniões com os partidos candidatos às eleições legislativas de 18 de maio de 2025. Após reunir com Bloco de Esquerda, LIVRE e PCP, a FENPROF aguarda, agora, pelo agendamento das reuniões com PS e PSD.
O Secretário-geral da FENPROF explicou que, apesar do curto período entre os dois atos eleitorais, estas eleições não são "a segunda volta das eleições de março do ano passado" e, apesar de ter havido abertura por parte deste governo para abordar algumas das reivindicações dos professores, as soluções encontradas são insuficientes e há ainda muitos problemas por resolver na Educação.
FENPROF repudia veementemente o questionário enviado pela administração Trump às Instituições de Ensino Superior e saúda a opção de não ser enviada qualquer resposta
A FENPROF repudia veementemente o questionário enviado pela administração de Trump às IES portuguesas que mantêm parcerias com os EUA, saúda as instituições por não terem respondido a tal questionário, acompanha as declarações do Ministro dos Negócios Estrangeiros a este propósito e considera que será igualmente importante, dado tratar-se da área que tutela, que também seja tornada pública uma posição do Ministro da Educação, Ciência e Investigação.
Proposta de Lei do governo para alteração do RJIES: Processo de auscultação: consequente ou, apenas, aparência?
O governo aprovou hoje (6 de fevereiro) uma proposta de lei que visa rever o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES).
A FENPROF foi chamada a uma primeira reunião de auscultação, realizada em 8 de janeiro, p.p., tendo o ministro Fernando Alexandre solicitado um parecer à proposta que apresentou, assumindo o compromisso de realização de nova reunião antes de 19 de fevereiro que seria o prazo para elaborar a proposta de lei a enviar à Assembleia da República. Contudo, esta reunião não se realizou e à FENPROF não foi dada qualquer informação sobre o que terá sido (se foi) considerado do parecer que enviou.
Professores classificadores solidários à força!
Contra o sobretrabalho, FENPROF acrescentará a atividade na lista das que integram pré-avisos diários.
O MECI, concretizando um dos aspetos que consta no programa do governo, vai avançar com a realização de provas de final de ciclo (4.º, 6.º e 9.º anos). Com esse objetivo, no mês de fevereiro realizar-se-ão provas-ensaio às quais é dado um cariz de exame, com o Júri Nacional de Exames a enviar às escolas as normas de organização e estas a terem de constituir “secretariado de exames” e indicar vigilantes e classificadores.
Face a esta verdadeira aberração, a FENPROF irá acrescentar esta atividade que nada tem de solidário e tem tudo de trabalho forçado, à lista de atividades que, ao longo do mês de fevereiro, faz parte dos pré-avisos à greve ao sobretrabalho.
Quando se fala em respeito pelos professores, fala-se da carreira, das condições de trabalho, mas também se fala destes abusos a que os professores continuam sujeitos, face a uma tutela que não respeita o trabalho dos profissionais.
FENPROF reúne com o ministro da Educação, Ciência e Inovação sobre o RJIES
Uma delegação do Departamento do Ensino Superior e Investigação (DESI) da FENPROF reuniu ontem, dia 8 de janeiro, com o ministro da Educação, Ciência e Inovação (MECI), a pedido deste, para conhecer o projeto do governo para a revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), um processo que há muito a FENPROF vem reclamando, tendo inclusivamente entregue uma petição nesse sentido na Assembleia da República. Atente-se que a revisão do RJIES constitui uma necessidade e uma imposição legal, tendo em conta que é o próprio diploma, aprovado em 2007, que determina que a sua revisão deveria ser feita 5 anos depois.
Ação de sensibilização em migrações e refugiados para docentes e investigadores
Assista à gravação desta importante sessão provida pela FENPROF!
Ao longo de três horas mergulhamos sobre questões que afetam migrantes e refugiados em todo o mundo e os desafios do acolhimento num novo país. Exploramos temas como direitos humanos, diversidade e mobilidade, numa jornada para fortalecer conhecimentos, desconstruir mitos e valorizar a riqueza no acolhimento dos migrantes e refugiados.
Carta aberta: Embargo às relações comerciais, académicas e científicas com firmas e instituições com sede em Israel que contribuam para a guerra na Palestina
O Secretariado Nacional e do Departamento do Ensino Superior e Investigação da FENPROF enviaram uma Carta Aberta aos/às Reitores/as das Universidades e Presidentes dos Institutos Politécnicos de Portugal, sobre a situação humanitária catastrófica que se vive atualmente na Faixa de Gaza. Esta Carta Aberta foi, também, ratificada pelo Conselho Nacional da FENPROF, que reuniu em Lisboa nos dias 10 e 11 de maio de 2024.
Governo com apoio de Lurdes Rodrigues só pode ter um mau programa
«Se Maria de Lurdes Rodrigues afirma “revejo-me no programa deste governo” há motivos, de facto, para que os professores fiquem muito preocupados». Foi assim que o secretário-geral adjunto Francisco Gonçalves sintetizou as preocupações da FENPROF com o programa do governo.
O secretário-geral adjunto José Feliciano Costa deu conta de um conjunto de ações e de iniciativas em que a FENPROF estará envolvida, desde logo, a entrega das 4 petições na Assembleia da República no próximo dia 16 de abril.
Nem estado de graça, nem benefício da dúvida; muitas preocupações e dúvidas
Por norma, quando uma equipa ministerial inicia funções, é hábito afirmar que, durante algum tempo, estará em “estado de graça” ou ser-lhe-á dado o “benefício da dúvida”. A atual equipa do MECI não passará por essas fases da governação, pois os seus principais elementos têm defendido posições que não permitem aquele estado ou tal benefício sobre como se posicionam em relação aos professores e à sua luta em defesa da profissão e da Escola Pública.
Francisco Gonçalves em debate na CNN
O Secretário-geral adjunto da FENPROF Francisco Gonçalves participou, no sábado, num debate na CNN Portugal que reuniu representantes de outras estruturas sindicais, como os médicos e as forças de segurança. Francisco Gonçalves reforçou que os problemas da Educação não se esgotam na recuperação do tempo de serviço e que só uma resposta integrada, com um reforço do investimento, na Educação poderá resolver os problemas da Escola Pública.
José Feliciano Costa participa em debate na SIC Notícias
O Secretário-geral adjunto da FENPROF José Feliciano Costa esteve na SIC Notícias para um debate sobre o novo governo e o novo ministro da Educação, onde salientou a importância de reforçar o financiamento da Educação, do Ensino Superior e da Ciência e Investigação para resolver os muitos problemas que afetam a Escola Pública.
Problemas que afetam a Escola Pública não se esgotam na recuperação do tempo de serviço
À SIC Notícias, o Secretário-geral da FENPROF reafirmou a expectativa da FENPROF em conhecer os nomes dos Secretários de Estado, visto que, com a fusão do ministério da Educação com o ministério da Ciência e Ensino Superior, estes assumirão maior protagonismo. Para Mário Nogueira, será aos secretários de Estado que caberá a responsabilidade de resolver os problemas que afetam a Escola Pública e que, sublinhou, não se resumem à recuperação do tempo de serviço.
Professores, Educadores e Investigadores exigem políticas de valorização dos sistemas públicos de Educação e Ciência – uma agenda neoliberal não dará as respostas adequadas
«Os programas dos partidos do governo e o pensamento liberalizante do ministro designado não devem deixar descansados os trabalhadores das escolas, docentes e não docentes, as famílias, os estudantes, investigadores, outros trabalhadores da Ciência e a sociedade em geral», conclui o Secretariado Nacional da FENPROF numa primeira reação à nomeação de Fernando Alexandre para Ministro da Educação, Ciência e Inovação.
*Imagem: Escola de Economia e Gestão, Universidade do Minho
Posição da FENPROF sobre o Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior (RJIES)
A FENPROF enviou a sua posição sobre o RJIES à Comissão Independente, criada pelo MCTES para a avaliação da sua aplicação.
Até 31 de julho, é urgente a resposta ao inquérito sobre o Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior (RJIES) elaborado pela comissão nomeada pelo MCTES para a sua avaliação porque importa que não sejam quase só os titulares de cargos de gestão a manifestarem-se.
- O inquérito acede-se aqui.
Docentes do ensino superior e investigadores continuam a perder poder de compra
Foi publicada esta semana em Diário da República a atualização intercalar de 1% nos salários da administração pública e de 80 cêntimos no subsídio de refeição, com efeitos a partir de 1 de janeiro deste ano. A esta decisão do governo não é estranha a luta por melhorias salariais que tem sido desenvolvida pelos trabalhadores da administração pública nos diferentes setores, designadamente a greve realizada a 17 de março. Não obstante, sendo um aumento, fica muito aquém do necessário para evitar uma quebra brutal no rendimento dos docentes do ensino superior e investigadores, quebra que tem vindo a aprofundar-se ao longo dos últimos largos anos.
A democratização das instituições é fundamental para os combater!
A FENPROF manifesta a solidariedade efetiva a todas as vítimas de abusos fornecendo acompanhamento jurídico aos trabalhadores representados pelos seus sindicatos. Cremos, contudo, que o problema reside, em decisiva medida, na atual forma de gestão, no mandarinato instituído nas IES, que, se não for posto em causa, não conseguirá pôr fim a estas situações.
FENPROF entrega à tutela proposta concreta que garante concursos para ingresso de investigadores na carreira
Uma delegação da FENPROF reuniu com a ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e respetivo secretário de estado. Esta reunião acabou por ser marcada após anúncio da concentração de investigadores e docentes em frente às instalações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), promovida pela FENPROF, ontem, 22 de março, como forma de protesto pela ausência de informação e do cumprimento do protocolo negocial acordado com a tutela.
Conferência de Imprensa: MCTES deve cumprir o protocolo negocial
Perante o silêncio do MCTES, a FENPROF volta a insistir na necessidade urgente de cumprir o protocolo negocial por forma resolver problemas prementes, com destaque para a questão fundamental da precariedade na investigação, nomeadamente no caso dos investigadores contratados ao abrigo do DL 57, entre outras matérias, sob pena de criar situações de enormes constrangimentos para as instituições e para os seus investigadores e docentes.
A FENPROF desenvolverá estas e outras matérias em Conferência de Imprensa, a realizar na sua sede, no próximo dia 16 de março, pelas 10:00 horas, onde serão também divulgadas as próximas iniciativas e ações de luta.
Vídeos da Conferência FENPROF sobre o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior
A 20 de janeiro, a FENPROF realizou uma conferência destinada a debater o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES).
Assista aqui aos vídeos de todas intervenções e do debate que se seguiu.
FENPROF realiza conferência sobre o RJIES
A FENPROF realizou uma conferência destinada a debater o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), na passada sexta-feira dia 20 de janeiro. O RJIES entrou em vigor em 2007. De acordo com o seu artigo 185º, deveria ter sido avaliado passado cinco anos. Na sequência da entrega, em maio de 2022, de uma petição lançada pela FENPROF exigindo a urgente avaliação e revisão do RJIES, o processo foi finalmente aberto na Assembleia da República.
Conferência FENPROF sobre o RJIES
É tempo de promover uma reflexão coletiva sobre o RJIES e a sua aplicação ao longo dos anos. Como contributo para esta reflexão, a FENPROF organiza uma conferência na próxima sexta-feira, dia 20 de janeiro, no Auditório Sedas Nunes do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.
FENPROF marca presença na Assembleia da República num debate promovido pela Comissão de Educação e Ciência
Uma delegação da FENPROF esteve hoje na Assembleia da República numa conferência organizada no âmbito da apreciação na especialidade dos projetos de lei sobre o ensino superior politécnico, visando a outorga de doutoramento e a alteração da designação para “Universidade Politécnica”.
A FENPROF já tinha manifestado a sua posição favorável relativamente às duas propostas legislativas em sede de comissão parlamentar.
FENPROF reúne com CCISP, verificando-se muitas importantes convergências
A FENPROF, a seu pedido, reuniu com o CCISP na passada 4ª feira, dia 13 de abril. Abordaram-se os principais desafios e problemas que se colocam ao Politécnico, tendo-se verificado haver convergência e genuína vontade de cooperação para a sua resolução.
FENPROF reuniu com CRUP e constatou convergência de posições em relação a muitas matérias
Esta segunda-feira, dia 18 de abril, a FENPROF reuniu com o CRUP, pela primeira vez após a tomada de posse do atual Governo e de se ter ficado a conhecer a constituição do MCTES.
FENPROF reúne dia 15 com MCTES sem esquecer que, em seis anos, docentes e investigadores não obtiveram respostas para os principais problemas de precariedade e carreira e RJIES não foi avaliado nem revisto
A FENPROF reunirá na próxima segunda-feira, 15 de novembro, a partir das 15:00 horas, no Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), no âmbito do processo de negociação coletiva para aprovação de um regime de concursos internos de promoção a categorias intermédias e de topo das carreiras docentes do ensino superior e da carreira de investigação científica.
“Ensino Superior: Será o ensino remoto solução para o futuro?”
A FENPROF realizou, no passado dia 20 de outubro, um debate sobre o ensino remoto no ensino superior. O debate contou com as intervenções de Licínio Lima (Universidade do Minho), António Magalhães (Universidade do Porto) e Mário Azevedo (Universidade Estadual de Maringá), que discutiram as implicações sobre o exercício da profissão docente, nomeadamente o aumento da carga de trabalho, a diluição entre o tempo de trabalho e o tempo de descanso, privacidade, direitos de autor e o acentuar das desigualdades dos alunos.
O registo do debate pode ser acedido aqui.
Nova SBE, regime fundacional e empresarialização do Ensino Superior
A opinião de André Carmo, dirigente do Departamento de Ensino Superior da FENPROF, publicada no jornal Público:
«Lamentavelmente, como se percebe pela tentativa de limitar a intervenção pública de Susana Peralta, a promiscuidade entre a missão pública do Ensino Superior e os interesses empresariais privados gera uma situação nebulosa e mal definida que em nada contribui para dignificar o Ensino Superior».
Inquérito sobre o impacto do COVID-19 na execução de planos de trabalho de investigação
A FENPROF apela ao preenchimento e à divulgação do inquérito lançado pela Associação dos Bolseiros de Investigação Científica (ABIC) com o objectivo de levar a cabo um levantamento sobre o impacto que o COVID-19 está a ter no cumprimento dos planos de trabalho de investigadores/as — bolseiros/as e contratados/as. O inquérito está disponível em: https://forms.gle/dLQGGrkD5wyNgY776
FENPROF admite suspender a participação e requer reunião urgente com Ministra
A FENPROF admite não estarem reunidas as condições para continuar a intervir num quadro em que a relação entre a representação governamental e a sindical se torna ainda mais desequilibrada, denotando a aparente intenção governamental de esmagar toda e qualquer possibilidade de serem tomadas decisões que se afastem da sua vontade.
Antes de tomar uma decisão final sobre a sua continuidade (FENPROF/FCSAP) no PREVPAP, a FENPROF solicitou uma reunião à Ministra da Modernização do Estado e da Administração Pùblica, Alexandra Leitão, a realizar com caráter de urgência, destinada a esclarecer a situação que foi criada com a Portaria n.º 23/2020, de 29 de janeiro.
Resposta para ensino superior e investigação (1)
Resposta para ensino superior e investigação
FENPROF debate com os partidos as propostas para o Ensino Superior e a Ciência (1)
O debate contou com a presença de representantes do PSD (Sebastião Feyo), PS (Elza Pais), BE (Luís Monteiro), PCP (Cristina Cruzeiro) e PAN (Rui Prudêncio). Com esta iniciativa, a FENPROF procurou, no atual quadro pré-eleitoral, que os diferentes partidos clarificassem as suas posições relativamente às suas propostas para o ensino superior e a ciência.
Vídeo do Debate sobre Ensino Superior e Ciência (versão integral)
7 de novembro, Concentração na AR
Aproveitando a ida do ministro Manuel Heitor à Comissão de Educação e Ciência para discussão do Orçamento do Estado 2019, a ABIC promove uma concentração na Assembleia da República.
A FENPROF apela à participação de docentes, investigadores, bolseiros e técnicos nesta iniciativa.
7 de Novembro
a partir das 15h00
na Assembleia da República
vamos lutar em defesa do ensino superior e da ciência!
Há uma grande distância entre o discurso e a prática governativa!
O governo evidencia o propósito de agravar o subfinanciamento do ensino superior público, impedindo, dessa forma, o seu normal funcionamento e o cumprimento da sua imprescindível missão. Desta forma, não só não responde aos legítimos anseios dos portugueses, particularmente dos que trabalham nas Universidades e Institutos Politécnicos, como não cumpre o que tinha estabelecido com o CRUP e o CCISP (o contrato de compromisso para a legislatura que assinou com os reitores e presidentes dos Politécnicos em 2016). A FENPROF reclama o imprescindível reforço orçamental e o rigoroso cumprimento desse compromisso.
Orçamento pode ser insuficiente e criar graves problemas a universidades e politécnicos. Combate à precariedade pode estar a ser posto em causa. É necessário impedir o tratamento discriminatório dos docentes do ensino superior
MCTES não honrou a palavra dada e os Leitores das Universidades Portuguesas continuam sem ver garantido o direito a um vínculo permanente
Professores e Investigadores reclamam a regularização do vínculo, pois consideram ser necessidade permanente
O governo, pela legislação e actuação dos seus representantes na CAB CTES, com o ministro da tutela a não esconder a sua relutância quanto à inclusão de docentes e investigadores no PREVPAP, parece mais interessado em fazer um simulacro de vinculação do que realmente eliminar a precariedade crescente em relação aos docentes e investigadores. Em pleno século XXI, não podemos permitir este tipo de pensamento e sua operacionalização, ou seja a manutenção de largos milhares de trabalhadores do ensino superior e do sistema de investigação numa situação precária. É tempo de dar estabilidade a estes profissionais altamente qualificados ou continuaremos a assistir ao seu êxodo.
Fim do período extraordinário para submissão de novos requerimentos
Relembramos que o período extraordinário para submissão de novos requerimentos ao PREVPAP (Programa de Regularização Extraordinária de Vínculos Precários na Administração Pública) termina na próxima 6ª-feira, dia 17 de novembro, conforme previsto em Portaria n.º 331/2017, de 3 de novembro.
Alterações aprovadas pela Assembleia da República muito positivas (1)
Foi hoje aprovada, em Plenário da Assembleia da República, por todas as bancadas parlamentares, a lei de alteração ao regime transitório dos docentes do Ensino Superior Politécnico (DL n.º 45/2016) que inclui soluções muito positivas, que abaixo se descrevem.
Até 30 de junho – Entrega dos requerimentos do PREVPAP
Termina no dia 30 de Junho (6ª feira da próxima semana) o prazo para a entrega à Comissão de Avaliação Bipartida da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (CAB-CTES) do requerimento para que os docentes e investigadores, com vínculo precário, solicitem a avaliação da sua situação no sentido do reconhecimento de que se encontram a satisfazer necessidades permanentes.
MCTES apresenta “termos de referência” para dar estabilidade aos leitores das universidades portuguesas
A FENPROF recebeu do MCTES uma proposta de “termos de referência” para a aprovação de um diploma legal (ver aqui), que visará criar condições de estabilidade aos leitores das universidades portuguesas, alguns com mais de vinte anos de serviço, mas, todos eles, em situação de contrato a termo.De acordo com o compromisso assumido pelo Ministro na reunião realizada em 29 de março, p.p., a entrega do projeto de diploma legal terá lugar durante o mês em curso a que se seguirá o indispensável processo negocial, entrando em vigor, o mais tardar, no início do próximo ano letivo.
FENPROF fez balanço da governação e discutiu formas de organização e ação
No sábado, 1 de abril, a FENPROF organizou um encontro de quadros sindicais e ativistas, na sua sede em Lisboa, durante todo o dia, para analisar a atual situação político-sindical, a intervenção do governo, os problemas que afetam o setor e definir formas de organização e ação em sua defesa.
Reunião no MCTES positiva para o combate à precariedade
Instabilidade contratual de Leitores e Professores Convidados, já contratados em 1/9/2009, com compromisso de solução! Ministro reitera concordância com o fim do impedimento à passagem ao regime de dedicação exclusiva imposto pelo DL n.º 45/2016. Abusos no recurso a docentes convidados, denunciados pela FENPROF, irão ser avaliados no sentido da sua correção. Ministro insta as instituições a abrirem concursos.
Níveis de precariedade na Investigação são inadmissíveis
No âmbito do Dia Mundial de Luta Contra a Precariedade Laboral na Investigação Científica, que se celebrará em 15 de março de 2017, e da Apreciação Parlamentar do Diploma sobre o Emprego Científico (Decreto-Lei 57/2016, de 29 de agosto), agendada para o próximo dia 11 de janeiro, a Associação dos Bolseiros de Investigação Científica (ABIC), a Federação Nacional dos Professores (FENPROF) e a Organização dos Trabalhadores Científicos (OTC), organizações afiliadas da Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos (FMTC), reuniram-se para analisar a situação da ciência no país e, em particular, dos bolseiros de investigação, bem como definir um conjunto de iniciativas a implementar.
Efeitos da aplicação do Decreto-Lei n.º 45/2016, de 17 de agosto
Com os objetivos de contribuir para o esclarecimento dos efeitos do D.L. n.º 45/2016, de 17 de agosto, e de responder a dúvidas colocadas pelos colegas relativamente à sua aplicação, a FENPROF divulga neste texto a sua interpretação jurídica sobre algumas das questões suscitadas pela entrada em vigor deste diploma.
Tomada de posição da FENPROF sobre o diploma do regime transitório
Entrou em vigor (18/08/2016) o Decreto-Lei nº 45/2016 que revê o regime transitório do ECPDESP, aprovando regras complementares à legislação anterior.
Estabilidade de emprego, qualificação do corpo docente e futuro do Ensino Superior Politécnico
O fortalecimento das Instituições Politécnicas, bem como a elevação do reconhecimento social das respetivas missões, exigem que o combate à precariedade esteja associado ao aumento da qualificação dos seus corpos docentes. FENPROF reclama a concretização das condições legais para apoio ao doutoramento, com estabilidade contratual durante a sua preparação e defesa da tese, pelas quais o governo e as instituições devem ser responsabilizados.
Conselho de Ministros aprovou passagem da Universidade do Minho a Fundação
FENPROF rejeita esta solução que é sinal de incapacidade política dos governos para garantir a autonomia constitucionalmente consagrada às Instituições Públicas de Ensino Superior.
Regresso ao futuro... na ciência
"A primeira tarefa do próximo ministério, perante uma ciência com muitos domínios, grupos e instituições moribundos, será a recuperação da saúde da ciência em Portugal; e sempre esta recuperação terá de passar pela valorização e recuperações dos nossos investigadores, que são o sangue desta mesma ciência". / Manuel Pereira dos Santos
- Texto completo correspondente ao publicado no dossier do n.º 280 do Jornal da FENPROF (JF)
Cumprir a lei, acabar com a precariedade no Ensino Superior
A FENPROF tem denunciado os muitos problemas que vêm afectando o ensino superior e a investigação, que resultam da política do actual governo.Entre eles, a defesa do emprego e o combate à precariedade têm sido, por razões óbvias, as prioridades da acção sindical desenvolvida pela FENPROF.
Com medo da contestação, ministro desiste de aprovar um estatuto que consagraria a precariedade entre os investigadores
ESTATUTO DA CARREIRA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
O governo entrou, decididamente, em “modo eleições”: se lhe interessa, avança; se não lhe interessa e provoca contestação, então fica para a próxima legislatura. Novo exemplo do que se afirma e que, no MEC, o ministro Nuno Crato aplica em pleno, é o anunciado adiamento da revisão do estatuto da carreira de investigação científica
FENPROF entregou na A.R. petição com 41167 assinaturas
Uma delegação da FENPROF dirigida pelo seu Secretário Geral, Mário Nogueira, entregou (6/07/2015) nos serviços da Presidência da Assembleia da República uma Petição "pelo direito à estabilidade de emprego dos docentes e investigadores do ensino superior". Os sindicalistas foram recebidos pelo deputado António Filipe, Vice Presidente da A.R. / Foto J. Caria
A propósito do memorando sobre a (não) transposição da Diretiva 1999/70/CE
Delegação da FENPROF reuniu com o Presidente do CRUP
Verificou-se um significativo consenso quanto aos problemas que preocupam a FENPROF e o CRUP, sobretudo nos aspetos de descapitalização e subfinanciamento crónico do setor, tendo sido acordado manter entre ambas as estruturas uma cooperação leal e transparente.
FENPROF reuniu com os Secretários de Estado do Ensino Superior e da Ciência
A solicitação da FENPROF, realizou-se na passada quinta-feira, 5 de março, no Palácio das Laranjeiras, em Lisboa, uma reunião com o Secretário de Estado do Ensino Superior e com a Secretária de Estado da Ciência. A delegação sindical abordou aspetos que condicionam atualmente o funcionamento do ensino superior e da investigação. / Peça em atualização
Governo agrava subfinanciamento, põe em causa a estabilidade de docentes e investigadores...
...e corta nos meios para a investigação
O corte de 1,5% imposto pelo governo, para 2015, às transferências do Estado para o funcionamento das instituições públicas de ensino superior vem acentuar o seu sub-financiamento. Este valor do corte, que até pode parecer pequeno, quando comparado com os violentos cortes que se têm vindo a acumular ao longo destes últimos anos (cerca de 30 %), acresce contudo àqueles, sendo que eles já tinham criado situações de desequilíbrio e dificuldade às instituições.
Novo corte orçamental no ensino superior é inadmissível e muito perigoso
Quando as negociações pretendiam levar o MEC a pagar às instituições de ensino superior os milhões de euros em falta, eis que é anunciado um novo corte que poderá atingir os 14 milhões em 2015...
FENPROF denuncia a asfixia financeira do Ensino Superior e da Ciência
Governo asfixia financeiramente metade dos Centros de Investigação
FENPROF apela às instituições para que não cedam à estratégia do governo de protelar os reforços orçamentais e não deixem de renovar os contratos dos docentes precários.
SPRC: Reuniões Sindicais abertas a todos os Docentes Contratados a Termo
Aplicação da Directiva Comunitária 1999/70 CE
Vinculação dos docentes com contrato a termo do ensino superior
Esclarecimento
Perante dúvidas quanto ao universo dos professores a quem se dirigem as reuniões agendadas para os próximos dias, informamos que estas se dirigem a quem, não estando integrado/a na carreira, tenha um contrato a termo, esteja ou não abrangido/a pelos períodos transitórios previstos no ECDU e ECDESP.
FENPROF reuniu com o Secretário de Estado do Ensino Superior
FENPROF exige:
Está por provar que "meias licenciaturas" sejam iniciativas de interesse para a educação...
- O Governo pretende aprovar “à socapa” cursos curtos não conferentes de grau no Ensino Superior.
- Prossegue a falta de respeito do Ministro da Educação e Ciência pela lei e pelas Instituições do Ensino Superior Público.
- A FENPROF exige implicação da sociedade portuguesa nesta alteração de direção estratégica da missão do ensino superior!
Em causa as alterações contratuais e o corte ilegítimo nas remunerações
O Sindicato dos Professores da Região Centro foi alertado por associados seus de que na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra poderia estar em preparação, na renovação semestral dos contratos em tempo parcial dos Assistentes da FMUC (2.º semestre), uma redução para 30% (na remuneração) independentemente da sua situação salarial atual, o que corresponde a um corte inadmissível no salário, podendo atingir mesmo 33% de corte, mantendo a mesma distribuição de serviço/peso horário.
FENPROF reuniu com a Secretária de Estado da Ciência (1)
A FENPROF reuniu (16/12/2013), a pedido do seu Departamento do Ensino Superior e Investigação, com a Secretária de Estado da Ciência que se fez acompanhar pelo Presidente da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). A reunião teve por objectivo debater o concurso investigador FCT 2013 e vários temas ligados ao emprego científico e à evolução da política nacional de investigação. Na imagem: declarações à comunicação social pela delegação da FENPROF.
Governo não perde uma oportunidade para cortar nos orçamentos, penalizando o ensino superior público e o país
Passos Coelho reconheceu, em reunião com o CRUP, que o Governo tinha cortado a mais 30 milhões às universidades (42 milhões, incluindo os Institutos Politécnicos) do que o justificado pelo acentuar da redução salarial, mas não se comprometeu perante os reitores a restituir essa verba.
FENPROF reclama que a racionalização da rede e da oferta formativa não seja determinada pelo objectivo de cortar ainda mais no financiamento do Estado
O SEES enviou aos Reitores e Presidentes dos Politécnicos um ofício sobre “Linhas de Reforma do Ensino Superior”
Nesse documento, é fixado um prazo até Março de 2014 para que as grandes linhas desta reforma estejam construídas com vista a que as instituições planeiem a sua reconfiguração e preparem, nessa conformidade, o orçamento para 2015, e pede às instituições que, até Dezembro de 2013, lhe enviem contributos sobre:
- a constituição de órgãos regionais de coordenação da rede e da oferta educativa (âmbito, composição e competências);
- a consolidação da rede, nomeadamente através de consórcios e de fusões, envolvendo ou não instituições/escolas de diferentes subsistemas de ensino;
- os indicadores para a definição de um modelo de financiamento que induza a diferenciação da educação superior e a melhoria da qualidade das aprendizagens;
- a elaboração de um plano de melhoria do desempenho e de racionalização interna de cada instituição.
Alteração ao Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior
A FENPROF soube pela comunicação social que o Governo tinha enviado, esta semana, ao CRUP e ao CCISP um projecto de alteração ao Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior, RJIES (Lei nº 62/2007).
FENPROF apresenta proposta para o Ensino Superior e Ciência
A FENPROF reuniu, no passado dia 4 de Julho, com as Comissões Parlamentares de Orçamento, Finanças e Administração Pública e da Educação, Ciência e Cultura, em conjunto com outras organizações sindicais de professores que, no passado mês de Junho, convergiram numa forte luta contra o aumento do horário de trabalho e a mobilidade especial/requalificação
Juntos pelo Ensino Superior e a Ciência
FENPROF e SNESup, decidiram unir esforços e lançar um movimento de debate e de acção em defesa do Ensino Superior e da Ciência, do emprego e da dignidade das carreiras docentes e de investigação.
Posição sobre Projecto de Despacho sobre vagas em 2013
A FENPROF foi nestes últimos dias surpreendida com uma proposta de despacho que altera as regras de abertura de vagas no Ensino Superior, conduzindo ao encerramento de dezenas de cursos em todo o país, com especial incidência nas instituições que se localizam fora do eixo Lisboa-Porto.
“Selvajaria” no YouTube
Pretende o Governo sob o eufemismos de “requalificação” deixar dezenas de milhares de trabalhadores em funções públicas, ao fim de 18 meses, sem qualquer vencimento.
sobre os cursos superiores de curta duração
Departamento do Ensino Superior e Investigação da FENPROF toma posição sobre a proposta de diploma que visa a criação e regulamentação de um ciclo de estudos superiores não conferente de grau
Defender o Ensino Superior e Ciência é obrigação de todos!
A FENPROF confrontou sexta-feira, dia 22, o Ministro da Educação e Ciência sobre a aplicação da mobilidade especial na educação, nomeadamente no Ensino Superior. O Ministro confirmou que, como noticiado recentemente, a mobilidade especial iria abranger também a Educação. Relativamente à sua aplicação aos docentes do Ensino Superior, o Ministro não avançou com detalhes tendo remetido esta questão para reunião com o Secretário de Estado do Ensino Superior a agendar muito brevemente.
FENPROF reúne com CCISP (1)
A FENPROF reuniu com a Comissão Permanente do CCISP a fim de analisar a situação financeira dos Institutos Superiores Politécnicos e o cumprimento das disposições transitórias do ECPDESP.
A grave situação no Ensino Superior Público
Departamento do Ensino Superior e da Investigação denuncia o status quo do Ensino Superior em Portugal

Conferência de Imprensa realizada no Porto, integrada na Semana de Luto e de Luta da FENPROF
FENPROF entrega ações nos tribunais
Tal como fez recentemente para os docentes dos outros setores de ensino, a FENPROF irá brevemente entregar ações junto dos tribunais no sentido de que seja aplicada aos docentes do ensino superior a Diretiva Comunitária que impõe a aplicação ao setor público de normas de passagem a um contrato por tempo indeterminado de trabalhadores com sucessivos contratos a termo.
Temos de continuar a lutar até à satisfação deste direito
Governo e os partidos que o apoiam recusam reconhecimento do mérito e desqualificam as carreiras docentes do Ensino Superior. Provedor da Justiça não reconhece especificidade da obtenção do título de agregação, considerando que este é um reconhecimento de mérito. A qualificação dos corpos docentes do Ensino Superior e da investigação científica só podem ser garantidos pela derrota da actual política de destruição dos serviços públicos e do Governo de coligação que a apoia.
Um OE medonho em que foi possível introduzir um aspeto positivo que a FENPROF valoriza
1. A FENPROF saúda os partidos (PCP e BE) que na Assembleia propuseram a eliminação do artigo 33º da LOE que determina a proibição de valorizações salariais na administração pública. A eliminação que a maioria recusou permitiria retomar alguma normalidade em todas as carreiras da administração pública, possibilitando o reconhecimento do mérito. No que respeita ao Ensino Superior, esta eliminação permitiria os reposicionamentos salariais, nomeadamente os decorrentes das avaliações de desempenho e da aprovação em provas de agregação. Não o quis assim o Governo e a maioria PSD/CDS, continuando a impor esta medida que afeta desigualmente os trabalhadores da Administração Pública.
Aprovada proposta de alteração ao OE2013
Assegurada a reposição da legalidade nas transições ao abrigo do período transitório nos estatutos de carreira
Nova vitória da persistência e da razão. A Luta continua: 27 de Novembro frente à Assembleia da República
Foi aprovada por unanimidade, ontem dia 22 de Novembro, na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública da Assembleia da República uma proposta do Partido Ecologista os Verdes que determina:
Governo recua e reduz corte no financiamento do Ensino Superior (1)
Este recuo é uma vitória da persistência e da razão. Governo mantém, contudo, agravamento das condições de sobrevivência das Instituições de Ensino Superior.
Vamos escrever aos deputados (1)
O Orçamento de Estado para 2013 está em debate na Assembleia da República, onde a actual ou outra versão será aprovada. A ser aprovada a proposta apresentada pelo Governo, poderemos estar perante um descalabro social, sendo difícil afirmar o que será o nosso país e como estarão os portugueses quando 2013 chegar ao final.
FENPROF reúne com Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos
FENPROF manifesta em reunião com o CCISP grande preocupação com a situação do Ensino Superior e reitera a necessidade do cumprimento do disposto no Estatuto de Carreira.
Além das questões relacionadas com os orçamentoscdas intituições, a FENPROF entregou um memorando sobre a resolução alternativa de conflitos, com o qual pretende propor a abertura de uma linha de trabalho conjunta, tendo em vista a criação de um tribunal arbitral, de âmbito nacional, para resolução de litígios emergentes, das relações de trabalho dos docentes do ensino superior.
FENPROF reúne com o Conselho de Reitores
A FENPROF reuniu a seu pedido, na passada 2ª feira, dia 17/9, com o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, com o objectivo de avaliar a situação decorrente dos cortes previstos para o OE 2013. Entre outras, foram apresentadas preocupações e propostas relativamente regime transitório, como o problema dos docentes que, ao abrigo do regime transitório, estão a ser contratados, após a obtenção do doutoramento, como professores de carreira, mas mantendo o vencimento anterior. A FENPROF reafirmou a sua determinação em defender as carreiras docentes, tanto a universitária com a politécnica, tendo também apontado a necessidade, perante o número elevado de aposentações que se têm verificado, da realização de concursos para as categorias acima da categoria de acesso, mas também para esta última, como forma de assegurar a indispensável renovação dos corpos docentes.
FENPROF saúda estudantes em luta (1)
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Pedro Oliveira, membro do Departamento de Ensino Superior e Investigação da FENPROF, entregou pessoalmente esta mensagem de apoio aos estudantes reunidos frente à reitoria da Universidade do Porto. |
Tribuna Pública
Como divulgado na semana passada, a FENPROF promove no dia 23 de Maio, pelas 15 horas, uma Tribuna Pública sob o lema: “Apostar no Ensino Superior e na Ciência; Defender a dignidade das Carreiras”, junto às instalações do Ministério da Educação e Ciência no Palácio das Laranjeiras, em Sete-Rios, Lisboa
FENPROF leva problemas do Ensino Superior à Assembleia da República
Uma delegação da FENPROF, que incluiu o Secretário Geral, Mário Nogueira, reuniu no dia 15 de maio, com a Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura.Foram entregues aos deputados documentos com propostas sobre problemas que estão a afectar os docentes do ensino superior e os investigadores científicos.
FENPROF explora todas as vias na procura de soluções para problemas profissionais que afectam muitos docentes e investigadores do ensino superior
FENPROF explora todas as vias na procura de soluções para problemas profissionais que afectam muitos docentes e investigadores do ensino superior
FENPROF pede audiências
A FENPROF solicitou, no dia 26 de abril, audiências ao Provedor de Justiça e à Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República, para apresentar cinco problemas que estão a afetar a situação profissional de muitos docentes do ensino superior, a criar situações de desigualdade e a violar a lei:
Subsídio de Desemprego
Partidos políticos analisam e comentam situação no Ensino Superior
Todos os partidos com assento parlamentar estiveram representados no debate público que a FENPROF realizou na tarde de 16 de Setembro, no salão nobre na da Reitoria da Universidade de Lisboa. Subordinada ao tema "Legislativas'09: os partidos e o ensino superior", a iniciativa lançou o desafio para uma reflexão em torno de matérias centrais como o novo Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior (RJIES); os novos Estatutos de Carreira; a redução, ano após ano, dos orçamentos de Universidades e Politécnicos; e a falta de regularidade e de transparência no financiamento das unidades e actividades de investigação, reflectidas na ausência, durante três anos, de concursos a projectos de investigação em todos os domínios científicos. Participaram Carlos Bravo Nico (PS); Pedro Lynce (PSD); Miguel Tiago (PCP); João Maria Condeixa (CDS/PP); Miguel Reis (BE); e Francisco Madeira Lopes (PEV), que abordaram aquelas (e outras) matérias numa primeira ronda de intervenções e depois nas respostas às perguntas colocadas pela assistência. Todos os presentes sublinharam a oportunidade desta iniciativa do Departamento de Ensino Superior e Investigação da Federação Nacional dos Professores./ JPO
"Legislativas'09: os partidos e o ensino superior"
Grupos Parlamentares disponíveis para rever regime transitório
Posição da FENPROF sobre o processo negocial de revisão das carreiras docentes do Ensino Superior
Terminou ontem (20/06/2009) a negociação suplementar que a FENPROF requerera sobre o processo de revisão dos estatutos das carreiras docentes do ensino superior.
A confirmação dos resultados dessa negociação suplementar chegou hoje (21/06) à FENPROF em comunicação do Gabinete do Ministro da Ciência Tecnologia e Ensino Superior, remetendo as versões finais dos projectos de revisão dos estatutos das carreiras docentes do ensino superior.
A FENPROF encontra-se, assim, em condições de tornar pública a declaração que será apensa à acta final destas negociações.
Politécnico: FENPROF exige formas de vinculação estável
Reunião Nacional de Docentes do Politécnico
Moção aprovada na Reunião Nacional de Lisboa (foto), promovida pela FENPROF, em 22 de Maio, sublinha a necessidade de pôr termo à situação, iníqua e ilegal, à luz do Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas, da existência de cerca de 4000 docentes com contratos precários, que se encontram a exercer funções correspondentes a necessidades permanentes das Instituições Públicas do Ensino Superior Politécnico, em regime de tempo integral ou em dedicação exclusiva.
Objectivos estratégicos da acção dos professores, no quadro do processo negocial em curso e do desenvolvimento da acção reivindicativa dos docentes do ensino superior politécnico
Última Hora: Governo aprova projectos de decreto-lei de revisão de carreiras
Ministro anuncia à FENPROF a apresentação de novos articulados das carreiras até dia 30 de Março, para negociação
Na reunião com a FENPROF(20/02/009), o Ministro Mariano Gago não apresentou nenhum documento com propostas sobre a revisão das carreiras, tendo-se limitado a proceder a mais uma auscultação sobre soluções que estavam a ser ponderadas pelo Ministério, desta vez mais pormenorizadas, e que afirmou terem obtido a concordância geral do CRUP e do CCISP.
Posição da FENPROF sobre a transição de vínculos
FENPROF EXIGE CLARIFICAÇÃO IMEDIATA DO MINISTRO MARIANO GAGO
Não se pode permitir que a transição de vínculos e a avaliação de desempenho se façam sem ter em conta a especificidade das carreiras
Nova reunião com o Ministro, novo adiamento de respostas
A FENPROF reuniu, no passado dia 5, de novo com o Ministro Mariano Gago que desta vez pretendeu ouvir as nossas opiniões sobre aspectos da revisão das carreiras para além dos que a nova legislação da Administração Pública obriga a alterar.
Ministro reuniu com a FENPROF
Ministro adia para próximas reuniões a resposta a questões importantes, mas afirma ir ter em conta as especificidades das carreiras na transição de vínculos e nas progressões
FENPROF mantém a reclamação da redução drástica da actual precariedade de emprego no Politécnico e do desbloqueamento efectivo das progressões salariais
Ministro acede finalmente a negociar
O Ministro Mariano Gago remeteu à FENPROF um ofício marcando o início de negociações para "adaptação daquele quadro normativo [a nova legislação que regula o emprego público] às especificidades que revestem as carreiras docentes de ensino superior e de investigação científica".
Não é a desqualificação dos docentes que está em causa, mas sim o seu direito à estabilidade!
Como um elemento mais para o debate que iniciámos a semana passada quanto à importante questão da transição de vínculos, a operar-se a partir de 1/1/2009, e em resposta a algumas críticas que entretanto surgiram, sem que contudo tivessem sido acompanhadas de qualquer proposta, importa salientar o seguinte:
Orçamentos das instituições propostos pelo Governo para 2009 são, no geral, deficitários
A FENPROF denuncia a mistificação dos "aumentos" que na realidade são a continuação dos cortes dos anos anteriores e antevê um ano de 2009 de grande instabilidade institucional, com muitos conflitos, e aumento da insegurança laboral e exige ao Governo e ao Ministro a entrega a cada uma das instituições dos 11% para pagamento à CGA e reclama uma total transparência na distribuição dos fundos do Estado.
- Fundamento dos valores constantes do Comunicado de Imprensa da FENPROF sobre o OE 2009 para o Ensino Superior
- Financiamento Público das Instituições de Ensino Superior (Fundos Nacionais) - 2009
- Financiamento Público das Instituições de Ensino Superior: Dotações para funcionamento e investimento em 2009
Finalmente, Mariano Gago recebeu Sindicatos
VAZIO DE SOLUÇÕES PODERÁ AGRAVAR PROBLEMAS NO SECTOR
Depois de transmitir o desagrado por um ano de silêncio do Ministro, a preocupação pela intranquilidade dos docentes do Ensino Superior face às transformações gerais que estão a ocorrer na Administração Pública e o descontentamento pelas dificuldades financeiras das escolas, que têm sido fonte de grande instabilidade laboral e posto em causa a qualidade do Ensino, a delegação sindical, composta por dirigentes da FENPROF e do SNESup, reunida com o Ministro Mariano Gago, referiu o seguinte:
1. Tendo em conta que o próximo Orçamento de Estado já deverá considerar os novos Mapas de Pessoal, as organizações sindicais presentes defenderam a oportunidade de reduzir a grande precariedade dos docentes do Ensino Superior Politécnico, considerando como Pessoal Contratado por Tempo Indeterminado professores equiparados com elevadas qualificações e dedicação exclusiva durante muito tempo. [Sobre esta matéria, o Ministro afastou qualquer possibilidade de, nesta fase, poderem ser consideradas as propostas dos sindicatos, defendendo que essas regras (transitórias) deverão passar para o processo de negociação dos Estatutos de Carreira].
FENPROF e SNESup reúnem nesta sexta-feira, dia 27, com o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
Na ocasião será feita a entrega do texto de uma petição que já recolheu mais de 3500 assinaturas e que continuará disponível à subscrição de todos os docentes do ensino superior e investigadores que ainda a não tenham assinado. Esta petição relaciona-se com a necessidade de serem levadas em conta a especificidade das carreiras do ensino superior e da investigação científica na aplicação a estas do disposto na Lei dos Vínculos, Carreiras e Remunerações (Lei 12-A de 2008). A petição, nomeadamente, reclama soluções concretas para o elevadíssimo grau de precariedade que se verifica e medidas relativas à definição de uma tabela salarial e ao descongelamento dos actuais escalões.
FENPROF E SNESup reúnem com Luciano de Almeida
Conforme oportunamente anunciado, a FENPROF e o SNESup pediram aos Presidentes dos Institutos Politécnicos a marcação de reuniões essencialmente orientadas para a apresentação de preocupações relacionadas com a aplicação da Lei nº 12-A/2008, de 27 de Fevereiro (vínculos, carreiras e remunerações). A primeira reunião teve lugar no passado dia 4 de Junho no Instituto Politécnico de Leiria, onde o Prof. Luciano de Almeida, Presidente do I P Leiria e Presidente do CCISP recebeu conjuntamente as delegações de ambas as organizações sindicais.
Ministro Mariano Gago responde aos Sindicatos mas pretende adiar a negociação de nova legislação
Foi recebida (27/05/2008) pela FENPROF e pelo SNESup uma resposta do Ministro ao pedido de reunião feito por carta do passado dia 1 de Abril. Mariano Gago afirma-se de acordo quanto à realização de uma reunião, mas considera não estarem reunidas as condições para a realização de negociações sobre as questões da aplicação da nova legislação sobre vínculos, carreiras e remunerações na Administração Pública, por entender que o quadro legal ainda não se encontra completo. Recordamos que este quadro legal só ficará completo aquando da entrada em vigor do Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas, apontada para 1 de Janeiro de 2009. Para além disso, o Ministro assegura que não é sua intenção propor a realização de negociações em férias e sugere aos sindicatos que lhe apresentem uma listagem de aspectos concretos a abordar numa próxima reunião a agendar.
Desemprego de licenciados: Mariano Gago não vive em Portugal... (1)
Sector do Ensino Superior e da Investigação esteve representado na Marcha da Indignação
O sector do Ensino Superior e da Investigação esteve representado na Marcha da Indignação, que juntou em Lisboa, no dia 8 de Março, mais de 100 000 docentes, oriundos de todas as regiões do País. A histórica acção decorreu com o lema "Assim não se pode ser professor. A escola pública não aguenta esta política". O desfile teve como ponto de concentraçâo o Marquês de Pombal, terminando no Terreiro do Paço, transformado em Terreiro da Indignação. / JPO
Administradores de Universidades ibero americanas debatem em Lisboa problemas do financiamento no ensino superior
Governo provoca acentuada recessão no Ensino Superior Público
Em conferência de imprensa realizada na manhã de 4 de Março, em Lisboa, o Departamento de Ensino Superior e da Investigação da FENPROF apelou à participação dos docentes e investigadores na Marcha da Indignação marcada para de 8 de Março e na qual participarão largos milhares de professores e educadores de todos os sectores da educação e do ensino, de todo o País. Ao mesmo tempo, foi anunciado o lançamento, em breve, de acções específicas de mobilização dos docentes e investigadores, preferencialmente em conjunto com outras organizações sindicais. O objectivo é "a afirmação junto do Governo e do MCTES das reivindicações dos docentes e investigadores, designadamente no que se refere à salvaguarda do direito à carreira e à estabilidade profissional, e, em especial, à abertura de lugares do quadro e ao desbloqueamento da progressão nos escalões, congelada desde 30/8/2005". / JPO
Professores e funcionários protestam contra "asfixia financeira" da Universidade de Évora
A concentração, que foi convocada de forma informal, pretendeu demonstrar o desacordo de professores e funcionários da universidade alentejana perante a "política de estrangulamento" financeiro do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES).
FENPROF e SNESup em conferência de imprensa: Imagens
FENPROF e SNESup em conferência de imprensa: "Não pedimos situações de privilégio, apenas uniformidade de critérios e justiça para todos"
Neste encontro com a comunicação social (17/12/2007) participaram João Cunha Serra e Manuel Pereira dos Santos, pela FENPROF, e Paulo Peixoto, pelo SNESup. Os dirigentes sindicais chamaram a atenção para o abaixo-assinado (petição) on line dirigido ao Presidente da Assembleia da República, ao Primeiro Ministro e ao Provedor de Justiça, e que recolheu um expressivo apoio em todo o País. O prazo de recolha de assinaturas terminou nas vésperas da discussão na Comissão Parlamentar do Trabalho e Assuntos Sociais, por iniciativa dos deputados do PS, das propostas de alteração ao projecto enviado pelo Governo ao hemiciclo de São Bento.
[ Ver imagens ]
"O Governo transfere anualmente para universidades norte-americanas verbas superiores às que transfere para algumas universidades portuguesas"
Subsídio de Desemprego finalmente aprovado!
Finalmente, após muitos anos de esforços conjuntos e separados da FENPROF e do SNESup, de decisões do Tribunal Constitucional e pressões do Provedor de Justiça, bem como de iniciativas legislativas de vários Grupos Parlamentares, o Conselho de Ministros de ontem aprovou a concretização do direito ao subsídio de desemprego para os trabalhadores do Estado sujeitos a contratos administrativos de provimento, o que inclui os docentes do Ensino Superior e os Investigadores que se encontram com contratos de duração limitada.
Subsídio de desemprego motiva reunião da FENPROF e do SNESup com a CGTP-IN
FENPROF e
Financiamento do Ensino Superior: Ministro Mariano Gago quebra promessa
As universidades e os politécnicos estão envolvidos no esforço de modernização do sistema de ensino superior, face aos desafios de Bolonha e do Espaço Europeu de Ensino Superior, mas não poderão desempenhar a sua parte no processo se o Governo, esquecendo as suas próprias promessas, lhes negar os meios necessários.
Iniciativas pelo Ensino Superior e pela Carreira em Maio e Junho
Em conferência de imprensa realizada em Lisboa na manhã de 17 de Maio, a FENPROF e o SNESup anunciaram o arranque da iniciativa Mês de Luta pelo Ensino Superior e pela Carreira. Esta acção tem como objectivo central informar e mobilizar os docentes do ensino superior e os investigadores para as respostas que se impõem face às reformas em curso (propostas de lei do regime jurídico das instituições e da avaliação) e, em especial, face às alterações às carreiras, cuja negociação arrancará em breve, de acordo com o Ministério dirigido por Mariano Gago.
Concentração nacional de bolseiros de investigação
A Direcção da ABIC marcou para o próximo dia 18 de Julho, em frente ao MCTES (Palácio das Laranjeiras - Estrada das Laranjeiras, em Lisboa) uma concentração nacional de Bolseiros de Investigação, onde iremos simbolicamente entregar em mão a PAEBI, juntamente com as milhares de assinaturas de apoio entretanto recolhidas, entre membros das comunidades científica e académica.
Só o Ministro considera "razoáveis" prazos para universidades se adequarem ao novo regime jurídico
Apesar das críticas também ao calendário de discussão do diploma na especialidade no Parlamento, Mariano Gago mostrou-se convicto de que o documento será votado no dia 17, salientando o ano e meio de debate público em torno desta matéria. "Todas as questões que havia para esclarecer estão clarificadas e repetidamente clarificadas", afirmou o ministro na AR (10/07/2007).
Prémio Gulbenkian de Ciência distingue Carmo Fonseca e Luís Barreira
Novo regime jurídico do ensino superior aprovado com votos do PS e abstenção do PSD
FENPROF e o SNESup reuniram com Mariano Gago para se perspectivar uma metodologia e um calendário para a revisão da Carreira
O Ministro informou que irão ser revistos os três estatutos de carreira (universitária, politécnica e de investigação) e que não serão fundidos num só, mas poderão prever intercomunicabilidade.
Proposta de Lei que aprova o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior
"Prevê-se a introdução, inteiramente inovadora, de diversidade de estatuto legal das instituições públicas, com a criação de fundações públicas de direito privado, a exemplo de algumas das melhores práticas internacionais. Prevê-se, também, a possibilidade de criação de consórcios entre instituições".
Regime Jurídico
Docentes da Universidade de Coimbra promovem Tomada de Posição sobre o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior
Prejudicial e desnecessária a proposta da transformação de Instituições do Ensino Superior Público em Fundações de direito privado
A FENPROF considera que esta possibilidade abre portas à privatização do ensino superior público, não se adequa e é prejudicial às necessidades da prossecução das missões confiadas pela sociedade ao ensino superior, tal como se encontram estabelecidas na Constituição da República.
30 de Maio (4ª feira): Greve Geral
A Greve não é uma acção a que os Sindicados recorram de ânimo leve. Se o fazemos agora é porque achamos chegada a hora de dizer: BASTA!
Balanço da actuação do MCTES no ano lectivo de 2005/2006
Quanto aos principais problemas profissionais que afectam os docentes do ensino superior - a precariedade de emprego e o bloqueamento das carreiras -, o MCTES manteve um bloqueio negocial relativamente às propostas que lhe foram apresentadas pela FENPROF, tendo apenas agora, já no final de Julho, dado alguma resposta através do anúncio de um programa para a qualificação do pessoal docente, destinado a aproveitar e qualificar os recursos existentes no ensino superior.
Posição da FENPROF e do SNESup sobre o concurso para bolsas destinadas a docentes desempregados
É a primeira medida que resulta do esforço desenvolvido em conjunto pela FENPROF e pelo SNESup em volta das "Seis medidas para a estabilidade profissional e para a protecção em caso de desemprego" entregues no MCTES em 8 de Junho e reafirmadas em reunião com o Ministro em 31 de Julho.
Ensino Superior: resultados de avaliação da nova agência em três anos, segundo Mariano Gago
O ministro do Ensino Superior, Mariano Gago, manifestou-se (22/11/2006) convicto de que dentro de três anos o ensino superior estará todo avaliado e com cursos acreditados pela nova Agência de garantia de qualidade que inicia funções em 2007. "Mário de Carvalho, da FENPROF, considera que as propostas da ENQA podem ser positivas para o Ensino Superior, desde que haja consequências após as avaliações efectuadas pela Agência" (JN, 22/11/2006)
"PS vai inviabilizar projectos-lei que prevêem subsídio de desemprego para docentes do superior"
A atribuição do subsídio de desemprego aos docentes do ensino superior é uma reivindicação antiga dos sindicatos do sector, sendo que será discutida (7/02/07) na Assembleia da República, onde serão discutidos dois projectos-lei apresentados pelo PCP e pelo Bloco de Esquerda. Os dois projectos pretendem que seja alargado aos docentes do ensino superior o acesso ao subsídio de desemprego já atribuído aos chamados "trabalhadores precários" da Administração Pública, a quem é reconhecido, desde 2000, o direito àquela prestação social.
PS adia aprovação do subsídio de desemprego para os docentes do Ensino Superior e investigadores
"A promessa de que o Governo irá, até ao final do ano, preencher esta gritante lacuna legislativa recorda-nos outros anúncios semelhantes que não tiveram sequência."
Agência de Acreditação vai reavaliar todos os cursos superiores até 2009
Universidade do Porto em 11º lugar no "ranking" ibero-americano de investigação
Universidade Independente: FENPROF exige ao Ministro Mariano Gago que actue com firmeza
A FENPROF encontra-se muito preocupada com a situação que se vive na Universidade Independente, cuja entidade instituidora é uma Sociedade Anónima. Este espectáculo, que não é infelizmente único, é a todos os títulos deplorável e indiciador de gestão danosa, que constitui mais um exemplo de que a chamada gestão empresarial das instituições de ensino superior não é o milagre que alguns propalam.
"Desemprego ameaça dois mil docentes do Ensino Superior"
"A redução nas verbas do Orçamento de Estado e o aumento de 1,5% nos salários terão deixado as instituições com um buraco de 7,5% nos valores para salários. A FENPROF diz que isto pode levar à saída de 1875 professores, na maioria contratados, além da dispensa de funcionários. Reitores acusam os cortes e procuram soluções para reduzir despesas de funcionamento."
Na era da "Sociedade da Informação", serviços da Universidade do Minho querem destacar-se num ranking de censura
A censura parece querer fazer escola na Universidade do Minho. Um designado moderador da UM-net, novamente vetou a circulação na rede interna de uma mensagem, agora subscrita pelo SPN e pelo SNESup.
Política do Governo para o Ensino Superior
Açores vai receber em 2007 congresso internacional de jornalismo científico
"Presidente do CRUP gostaria de saber mais sobre acordos entre Governo e MIT"
Estudantes do Superior protestam em todo o País
Universidade Aberta quer criar novos métodos de ensino à distância
Encontro de representantes e activistas sindicais promovido pela FENPROF e SNESup
FENPROF considera imprescindível e inadiável que o Ministro Mariano Gago responda com clareza ao País
Após a divulgação dos relatórios de avaliação da ENQA, em 22/11, e da OCDE, em 14 de Dezembro, o Ministro Mariano Gago, como já afirmou publicamente, irá anunciar as medidas que vai tomar, pondo termo a um período demasiado longo em que projectou a imagem de se encontrar largamente ausente, ou pelo menos silencioso, no que se refere ao sector do Ensino Superior.O Ministro não tem agora condições políticas para continuar a adiar a tomada de decisões. É muito importante que as tome bem.Esta é, assim, a altura de a FENPROF apresentar ao Ministro um conjunto de questões que no seu entender a sociedade em geral, as instituições, os docentes, os não docentes e os estudantes, esperam ver respondidas com clareza.A resposta do Ministro a estas questões, em qualquer caso, irá seguramente ser dada pela acção ou omissão que nos próximos tempos provier do MCTES.
Plenário com 120 docentes e investigadores na Universidade de Évora
Juntando mais de uma centena de docentes e investigadores da Universidade de Évora (UÉ), os dois sindicatos, SPZS/FENPROF - Sindicato dos Professores da Zona Sul e SNESup - Sindicato Nacional do Ensino Superior, colocaram à discussão o problema da suborçamentação do Ensino Superior em geral e da UÉ em particular
Governo insiste em cortes orçamentais
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior anunciou que todas as instituições públicas de Ensino Superior iriam sofrer um corte para 2007 de pelo menos 5% nos seus orçamentos de funcionamento, relativamente aos iniciais de 2006
Projecto de decreto-lei para consulta pública
Lançamento público das comemorações do centenário do nascimento de Rómulo de Carvalho/António Gedeão
Reitor da Universidade do Minho ameaça com vaga de despedimentos para 2007
Episódios de Censura na era da "Sociedade da Informação" (nº 2)
Ensino superior privado aumentou a sua oferta, apesar de todos os anos perder alunos
Reunião no MCTES - 31 de Julho
Ministro Mariano Gago anuncia à FENPROF e ao SNESup algumas medidas visando o aproveitamento e a qualificação dos recursos existentes no Ensino Superior
OE/2007: António Nóvoa alerta para as consequências do desinvestimento nas universidades
"O Governo não tem criado os instrumentos que sustentam uma verdadeira mudança: a reorganização da rede do ensino superior, o reforço da autonomia e do Governo das instituições, a revisão da carreira docente universitária e um novo modelo de financiamento" (artigo de opinião no "Diário de Notícias", 7/11/2006)
Centro de informática da Universidade de Coimbra considerado "exemplo de excelência"
"Prós e Contras": o que a FENPROF diria se não tivesse sido excluída
Os despedimentos que se verificam em muitas instituições, devido aos cortes orçamentais, afectando muitos docentes qualificados aos quais é recusado o direito ao subsídio de desemprego, são contraditórios com a propalada intenção governamental do aumento do emprego científico
3º Encontro de Investigação e Formação
Consagrar direito ao subsídio de desemprego
Ensino Superior na Greve da Administração Pública
Nobel da Física 97 profere palestras na Faculdade de Ciências e no Complexo Interdisciplinar da Universidade de Lisboa
António Nóvoa no Fórum Chinês com Reitores de Universidades Estrangeiras
FENPROF reúne com MCTES (2)
A FENPROF reuniu no dia 4 de Novembro com o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Professor Mariano Gago.


