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"Que respeito têm eles pelas crianças a quem fecham a escola?"
"É caso para perguntar que respeito têm eles pelas crianças a quem fecham a escola? E pelo país, quando mentem despudoradamente, como fez Crato, de novo, quando disse que ouviu os autarcas antes de decidir encerrar as escolas? E pelas crianças que chegam à escola com fome porque roubaram o emprego aos pais?"
Revista de imprensa (7)
Resolução do Conselho Nacional da FENPROF
Mais desemprego no ensino português no estrangeiro
O desinvestimento na educação do Governo português leva a cortes nos orçamentos dos ministérios. 10 milhões a menos no Ministério dos Negócios Estrangeiros leva Instituto Camões a cessação de comissões de serviço e consequentes despedimentos.
FENPROF exige contagem do tempo de serviço em creches como serviço docente
SPE e FENPROF reúnem com Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas
O SPE e a FENPROF reuniram (9 de julho de 2014) com o Senhor Secretário de Estado das Comunidades para analisar e procurar obter respostas para os problemas que se colocam presentemente no EPE, nomeadamente a contagem do tempo das comissões de serviço, a revisão do Regulamento Interno de Avaliação, a realização de um concurso geral no ano de 2015 e a revisão do regime jurídico.
Imagens da Iniciativa (7)
Portalegre protesta contra fecho de escolas
Professores e habitantes de quatro concelhos do distrito de Portalegre protestaram, em Évora (30/06/2014), contra o anunciado encerramento de escolas do 1.º ciclo, por considerarem que a medida vai ser prejudicial para alunos e comunidades.
Imagens da iniciativa
Região Centro: população do Tojeiro contra encerramento de escola
MEC encerra escolas às escondidas...
... e, mais uma vez, as principais vítimas serão as crianças que as frequentam
Para a FENPROF, o reordenamento da rede de escolas do 1.º Ciclo do Ensino Básico deve obedecer a vários requisitos, tais como: distância para a escola de acolhimento; origem dos alunos (por vezes, oriundos de localidades mais distantes, onde a escola já encerrou); tempo de duração da deslocação diária e adequação do horário do transporte ao do funcionamento das atividades dos alunos; garantia de melhor condições de trabalho na escola de acolhimento; garantia de resposta social adequada, nomeadamente ao nível da ocupação dos tempos livres das crianças; acordo das autarquias e das populações que deixam de ter escola para as suas crianças.
"Hoje, outro mundo não só é possível como imprescindível"
À volta do bule de chá...
Alguns comentadores da nossa praça, nenhum deles insuspeito, diga-se em abono da verdade, quiseram aproveitar o desmaio de Cavaco Silva, na Guarda, para, a partir de um discurso aparentemente solidário com o cidadão momentaneamente fragilizado, se atirarem a quem, naquele espaço público, protestava contra o governo e as políticas que põem em causa o futuro de Portugal e destroçam a vida de milhões de portugueses.
O EPE e a investida drone
Será assim tão difícil deixar viver as pessoas em paz? Será assim tão difícil permitir às pessoas a manutenção dos seus postos de trabalho? Será assim tão oneroso para o erário viabilizar cursos onde os alunos estão com prazer a colher as informações de um país com séculos de história e cultura, com tradições que lhes proporcionam tanta alegria quando delas tomam conhecimento? Será assim tão custoso conviver com as realidades da diáspora ou o vocábulo só pode ser usado em discursos demagógicos? Tantas perguntas sem resposta. Docentes que somos, habituados ao mundo dos porquês, interrogamo-nos: “porquê ?” / Carlos Pato (SPE/FENPROF)
O "guião" de Paulo Portas não é para um "Estado melhor" mas sim para destruir o Estado...
...e para o transformar num "Estado mínimo"
Quando se fala em “Estado mínimo”, ou em “Estado menos pesado” para utilizar as palavras de Paulo Portas, o que está em jogo é a capacidade do Estado em prestar mais e melhores, ou menos e piores serviços essenciais de qualidade à população (educação, saúde, segurança social, controlo e regulação dos grupos económicos, etc.). Destruir é palavra de ordem para o Governo que insiste em políticas de empobrecimento e de dessastre.
Não estamos imunes às medidas que este Governo toma nem devemos adotar um comportamento passivo em relação às mesmas!
As razões para os Professores, Educadores e Investigadores não baixarem os braços e lutarem com grande determinação contra as políticas do governo PSD / CDS são cada vez mais e de acrescida gravidade. O tempo é de estar atento, informado, unido e mobilizado. Vivemos um tempo em que não podemos aliviar a mobilização ou delegar em outros a representação na luta. Lutar em todos os momentos possíveis é fundamental. Os professores, educadores e investigadores contam com a FENPROF nesta luta. Todos seremos capazes de derrotar estas políticas e de levar à demissão este governo ilegítimo e sem apoio social. Vamos a isso! / MN
São preocupantes as declarações de responsáveis do MEC sobre futuro da Educação Especial
Tem sido sempre assim: quando o governo pretende cortar apoios a alunos com necessidades educativas especiais diz que há falta de rigor na referenciação desses alunos e afirma que o acesso à educação especial passará a ser mais exigente. Foi esse o discurso do secretário de Estado Valter Lemos antes de impor o Decreto-Lei n.º 3/2008; é esse o discurso do secretário de estado João Grancho, em 2014, precisamente com o mesmo objetivo: afastar ainda mais alunos das medidas de educação especial e retirar apoios a muitos mais alunos que deles necessitam. Vem isto a propósito das linhas de força das intervenções produzidas ontem, 11 de junho, pelo referido secretário de Estado e também pelo coordenador do grupo de trabalho criado pelo MEC.
Passos atrás
Imagens da Iniciativa (8)
SPRA promoveu Encontro sobre Educação Inclusiva
Estado português deverá respeitar compromissos assumidos com subscrição da Declaração de Salamanca
A Declaração de Salamanca foi subscrita por 92 estados (incluindo o português) e 25 organizações internacionais no dia 10 de junho de 1994. Esta Declaração definiu a inclusão como uma medida que apoia e acolhe a diversidade entre todos os alunos, tendo por principal objetivo eliminar a exclusão social como consequência das respostas à diversidade relacionada com a raça, classe social, etnicidade, religião, género e capacidade de cada ser humano. O princípio fundamental para as escolas inclusivas, assumido nesta Declaração, consiste em todos os alunos aprenderem juntos, independentemente das dificuldades e diferenças que apresentem.
Realização de concurso interno extraordinário, ainda este ano letivo
Direitos Fundamentais da Criança e Educação Inclusiva
Intervenção de Laborinho Lúcio
Intervenção de David Rodrigues
O Secretário Geral da FENPROF participou no debate sobre Direitos Fundamentais da Criança e Educação Inclusiva, que decorreu no passado dia 28 de maio, na Assembleia da República. A iniciativa, realizada na Sala do Senado, foi promovida pelas Comissões de Educação, Ciência e Cultura e de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, do Parlamento, e abordou, dentro daquela temática, dois aspetos fundamentais: Educação e Direito da Criança – Direitos, Liberdades e Garantias e A Inclusão como Direito Emergente. / JPO
SPE/FENPROF reuniu com Governo para desbloquear a resolução de problemas...
...e iniciar reflexão sobre o futuro deste regime de ensino
A FENPROF reuniu (23/05/2014) com o Secretário de Estado das Comunidades Portugueses para colocar algumas preocupações que tem relativamente ao futuro do Ensino Português no Estrangeiro (EPE) e apresentar propostas relativamente a problemas concretos cuja resolução urge. A delegação da FENPROF integrou dirigentes do Sindicato dos Professores no Estrangeiro (SPE) que é membro desta Federação. Foto: J. Caria


