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Carlos Chagas
António Sampaio da Nóvoa
Ana Maria Bettencourt
"O roubo do presente"
"Há pelo menos uma década e meia está a ser planeada e experimentada quer a nível do nosso país, quer na Europa e no mundo uma nova ditadura - não tem armas, não tem aparência de assalto, não tem bombas, mas tem terror e opressão e domesticação social e se deixarmos andar, é também um golpe de estado e terá um só partido e um só governo - ditadura psicológica."
"A matilha das escolas" e o baixo nível de um tal Figueiredo...
"Prova pode ser pretexto para criação de Ordem de Professores"
"A FENPROF vale muito mais do que uma carta semicerrada !!! O Mário Nogueira não precisa de “cartas abertas.”
Professores provam todos os dias o que valem!
"Importante agora é mesmo dar prioridade à luta: combater esta prova significa, no mínimo, comparecer na Assembleia da República no próximo dia 5, levar até às últimas consequências a ação nos tribunais, fazer greve em 18 de dezembro a todo o serviço que se relacionar com a realização da prova e não deixar de fazer tudo o mais que se revelar necessário e útil para a inviabilizar". / Mário Nogueira, Secretário Geral da FENPROF
Quantas “reguadas” vai levar um candidato que dê mais de 10 erros?
O SPE/FENPROF discorda frontalmente da aplicação de mais uma barreira às legítimas expetativas daqueles que, ao terminarem os seus cursos via ensino, encontram à espera deles não o mercado de trabalho mas as filas intermináveis dos centros de (des)emprego onde só vão encontrar promessas vãs ou alguns folhetos a convidar à emigração.
Campanha nacional em defesa da escola pública arranca no dia 26 de novembro
Contas não mostram o fim da recessão económica
O INE divulgou a estimativa rápida das Contas Nacionais do terceiro trimestre deste ano, a qual indica uma variação homóloga do PIB de -1% e uma variação face ao 2º trimestre de 0,2%. Com base nesta informação, está a procurar-se criar na opinião pública a ideia da “luz ao fundo do túnel” que seria o fim da recessão.
"Está a acontecer. Já se apercebeu?"
Artigo de Nicolau Santos, Expresso on line
A PACC é uma ignomínia!
O atual governo pela mao do seu ministro Nuno Crato quer, através de um absurdo exame que visa aferir os requisitos para a docência, afastar da profissão mais alguns milhares de profissionais com muitos anos de serviço.
Guião para a "Reforma" do estado afronta os trabalhadores, o povo e o país
O primeiro objetivo é tornar permanentes os cortes apresentados como temporários (...) A estes cortes soma-se a redução acumulada de despesa nas Funções Sociais do Estado, mais acentuada a partir de 2011, com efeitos ao nível da qualidade e universalidade dos serviços prestados. O descrito no Guião de “Reforma” resulta na previsão de novos ataques à Escola Pública, ao Serviço Nacional de Saúde e à Segurança Social Pública, Universal e Solidária, confirmados ainda com o anúncio de mais cortes, no valor de 1.700 milhões de euros, para 2015.
Mais de 100 mil empregos destruídos no último ano
Não ao Orçamento da exploração e do empobrecimento
Participantes na concentração de 1 de novembro decidiram realizar no dia 26 de novembro um Dia Nacional de Indignação, Protesto e Luta com greves, paralisações e concentrações em todo o país e a convocação de uma Grande manifestação na Assembleia da República, contra um Orçamento de Estado que afronta o povo e está em rota de colisão com a Constituição da República Portuguesa.
Delegação sindical no TAF de Beja
Imagens da iniciativa em Santa Maria da Feira
Recordando José Saramago...
«Privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu, privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e a lei, privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos. E finalmente, para florão e remate de tanto privatizar, privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas, mediante concurso internacional. Aí se encontra a salvação do mundo... e, já agora, privatize-se também a puta que os pariu a todos.» José Saramago - "Cadernos de Lanzarote", - Diário III - pag. 148, 1995
OE 2014: Camões, Instituto da Cooperação e da Língua reduz despesa em 7,8 milhões de euros
Quem vão ser os sacrificados? Os professores, mais uma vez? Porquê? Não fazem falta?
Com a chegada do OE para 2014 mais uma vez se volta a verificar um ataque à Educação e aos direitos constitucionalmente assegurados aos filhos dos emigrantes portugueses espalhados pelo mundo.


