Nacional
Querem calar-nos, é verdade... Mas hoje, mais do que nunca, o tempo é de protesto e não de silêncio(s)!
Foi entregue (12/04) no TAF de Coimbra o primeiro conjunto de processos (153 de um total de 606) que o SPRC/FENPROF instruiu de contestação aos cortes salariais impostos pelo Governo, desde Janeiro deste ano. Este grupo de processos constitui um colectivo de professores e educadores de escolas e agrupamentos do distrito de Viseu.(na foto: Anabela Sotaia e Mário Nogueira no Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra. Processo: redução salarial)
1º trimestre de 2011: Governo já roubou mais de 30 milhões de euros aos professores!
Greve de Função Pública, prevista para 6 de Maio, não envolve os docentes
M.E. deverá esclarecer dúvidas que despacho coloca e garantir condições para que docentes concluam projectos em curso!
A propósito do pedido de fiscalização preventiva, por Cavaco Silva, da lei que suspende o modelo de avaliação docente
"Cavaco Silva raramente tem dúvidas sobre a constitucionalidade das leis, daí que poucas vezes requeira a sua fiscalização ao Tribunal Constitucional. Por exemplo, quando os salários dos trabalhadores da Administração Pública foram reduzidos não encontrou razões que levassem a requerer essa fiscalização; também quando, sem negociação, as carreiras docentes foram congeladas, não revelou incomodidade ou dúvidas… Desta vez, não houve um artigo da Lei que escapasse… é obra!".
São palavras do Secretário Geral da Federação Nacional dos Professores numa breve entrevista concedida à página electrónica da FENPROF, a propósito do pedido de fiscalização preventiva, pelo PR, da lei que suspende o modelo de avaliação docente.
M.E. tenta impor soluções que não mereceram o acordo dos docentes!
As intenções do GAVE/ME fracassaram: grande número de professores seleccionados a quem foi apresentado um texto de acordo que obrigava, por 4 anos, ao exercício da função de “classificador” de exames do ensino secundário, não o assinou e propôs alterações que, contudo, não terão sido aceites.
Processo de impugnação da redução dos salários entregue no TAF de Coimbra
O SPRC entregou primeira acção colectiva envolvendo docentes do Agrupamento de Escolas da Pedrulha-Coimbra e da Área Urbana da Figueira da Foz e da Escola Secundária Jaime Cortesão, em Coimbra. Em representação e defesa dos seus associados o SPRC interpôs uma acção administrativa especial para impugnação do acto administrativo de processamento das remunerações respeitantes ao mês de Janeiro e seguintes, contra o Ministério da Educação e o Ministério das Finanças.
Protesto do SPM força Governo à suspensão da proposta de modelo de avaliação e a repensar as vagas no ECD
Um grupo de professores deu corpo ao protesto organizado pelo Sindicato dos Professores da Madeira, no passado dia 30 de Março, à entrada para mais uma ronda negocial das propostas de Estatuto da Carreira Docente (ECD) e regime de avaliação do desempenho da Região. Resultado: suspensão das negociações e repensar das vagas no Estatuto.
Declaração lida por Mário Nogueira, em nome da Plataforma da Educação (video)
Ciclo de Iniciativas de denúncia e protesto - Dia 4 (vídeo)
Ciclo de Iniciativas de denúncia e protesto - Dia 4 (imagens)
Novo contexto político do país justifica adiamento da Marcha pela Educação transferindo-a para o próximo Governo
As organizações promotoras da Marcha Nacional pela Educação reuniram no passado dia 1 de Abril, para analisarem a nova situação criada pela dissolução da Assembleia da República e decidiram adiar a Marcha. Declaração lida por Mário Nogueira, em nome da Plataforma da Educação, na conferência de imprensa realizada ao fim da manhã em Lisboa (foto). Como sublinha a declaração, a Plataforma decidiu adiar a realização da Marcha pela Educação para o próximo ano lectivo, transformando-a num “cartão de visita” a entregar ao Governo que sairá das eleições de 5 de Junho.
Esclarecimentos aos Professores, ao PM, ao Grupo Parlamentar do PS e à Ministra
Manifesto recolheu milhares de assinaturas em todo o país
Começaram por ser oito organizações, rapidamente se alargaram a catorze e, de momento, são oitenta e oito as organizações, entidades, associações e instituições, a par de alguns milhares de subscritores individuais, que já assinaram o Manifesto “Investir na Educação, defender a Escola Pública”, que no passado dia 30 de Março, teve uma excelente divulgação a nível nacional, com bancas instaladas na via pública, em muitas cidades, de norte a sul e nas ilhas. Na foto: banca em Angra do Heroísmo, Ilha Terceira (só aqui, entre as 11h00 e as 16h00, foram recolhidas 400 assinaturas). Em Lisboa, a acção decorreu no coração da Baixa, no Porto na Praça da Liberdade e em Coimbra na Praça 8 de Maio.
Suspensão da Avaliação de Desempenho - Esclarecimentos (a) vários
Ciclo de Iniciativas de denúncia e protesto - Dia 3 (imagens)
Organizações e entidades que já subscreveram o Manifesto
Declarações do Secretário Geral da FENPROF (vídeo)
"Cresce de importância a Marcha Nacional pela Educação" (1)
"Cresce de importância a Marcha Nacional pela Educação, a realizar no próximo dia 2 de Abril, em Lisboa. Além de professores, educadores, psicólogos, inspectores de educação e ensino, pessoal não docente, estudantes, pais e encarregados de educação, teremos nesta grande acção muitos outros cidadãos que acreditam que a escola pública faz a diferença.Vamos todos fazer a maior marcha de sempre em defesa da qualidade da educação e do ensino. Vamos defender a escola e o futuro do país".
São palavras de Mário Nogueira na conferência de imprensa que as organizações promotoras da Marcha realizaram no passado dia 25 de Março, numa unidade hoteleira de Lisboa. Isto no mesmo dia em que a Assembleia da República "chumbou" o burocrático modelo de avaliação que o ME de Isabel Alçada vinha impondo às escolas. / JPO


