Nacional
Ministério de Nuno Crato deixa para amanhã o que deveria ter feito ontem
Onde anda o projeto de despacho de calendário escolar para o próximo ano letivo? Onde estão as normas para a organização do próximo ano letivo? Por que não se conhecem ainda as listas definitivas de ordenação e colocação de professores (concurso interno e externo)?
Até ao fim, MEC persiste na baixeza!
Insistindo, como o fizeram, o governo e a sua maioria parlamentar, na aprovação da norma que, na apreciação da FENPROF, enferma de inconstitucionalidades, esta Federação diligenciou, em devido tempo, no sentido do correspondente pedido de apreciação, designadamente junto da Provedoria de Justiça. Do processo ali aberto, aguardam-se ainda as conclusões. Mas independentemente delas, há um juízo sobre comportamentos como os acima identificados que reclama uma resposta de grande dignidade por parte de todos(as) os(as) profissionais docentes. Na Manifestação Nacional do próximo dia 20, essa resposta será dada.
FENPROF apresentou ao MEC propostas sobre a organização do próximo ano letivo
Mais força para a manif. de dia 20
CGTP-IN participa no desfile "Cultura em luta: outra política para a cultura"
Central divulga alguns dados sobre a realidade laboral no setor da cultura
É necessária uma outra política para a Cultura, uma política que reverta esta situação desastrosa e que promova o trabalho com direitos e ponha um travão à precariedade e ao trabalho não-remunerado.
Vídeo: Professores referendam municipalização do ensino (RTP)
FENPROF ouvida na Comissão de Educação, Ciência e Cultura
Esta audição (2/06/2015) decorreu na sequência da entrega de uma Petição contra a mobilidade especial/requalificação. De entre vários aspetos, a delegação sindical realçou o facto de na Educação não existir excesso de professores e de este mecanismo visar o emagrecimento da despesa com pessoal, preparando, desta forma o progressivo abandono forçado da profissão. Os representantes dos partidos de toda a oposição manifestaram posições favoráveis aos objetivos fundamentais desta Petição.
Nota de imprensa da Plataforma Sindical
"Currículo escolar – uma questão essencialmente política" (1)
Decorreu no dia 30 de maio, na Escola Secundária Pinheiro e Rosa, em Faro, uma das oito conferências que a FENPROF está a realizar por todo o país, sobre temas estruturantes ligados à Educação. A conferência, subordinada ao tema: “ Currículo Escolar, uma questão essencialmente política”, teve como oradores, dois excelentes especialistas do tema, os professores Carlinda Leite e José Augusto Morgado, das Universidades do Porto e do Minho, respetivamente.
Power point da intervenção de Carlinda Leite
Power point da intervenção de José Carlos Morgado
Ao longo do 3º período letivo, FENPROF promove ciclo de conferências
Apontamentos sobre as conferências já realizadas
Uma grande afirmação em defesa da profissão docente e da escola pública
A Plataforma Sindical Docente decidiu convocar uma Manifestação Nacional de Professores, Educadores e Investigadores para dia 20 de junho, um sábado, em Lisboa, com concentração às 14h30 no Marquês de Pombal.
Viseu: "Inclusão - o grande desafio do futuro"
Lisboa: “Gestão e administração escolar – A questão das autonomias”
MEC insiste em colocar professores através de BCE
O Ministério da Educação e Ciência, através da DGAE, apresentou à FENPROF o conjunto de procedimentos relativos à Bolsa de Contratação de Escola (BCE), que pretende aplicar para o ano 2015-2016 (conforme documento em anexo), incluindo os subcritérios da “Avaliação Curricular” nela implicados, insistindo numa modalidade de recrutamento que já provou ser absolutamente desajustada para os fins a que se destina, isto é, satisfazer as necessidades de contratação das mais de 300 escolas que são Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP) e/ou têm Contratos de Autonomia celebrados com o MEC.
Três ideias fundamentais
Estavam a ver se passava e tiraram um despacho… da cartola!?
Afinal, quase em jeito de magia, o MEC dá o dito por não dito e lá fez aparecer um despacho da Secretaria de Estado do Ensino Básico e Secundário, dispensando os professores corretores das provas do 4º e 6º anos de escolaridade da componente letiva.
MEC aumenta carga de trabalho a professores já sobrecarregados
Os exames de 4.º e 6.º anos, criados pelo atual governo de acordo com uma perspetiva retrógrada e cientificamente reprovável, constituindo um obstáculo às aprendizagens pela supressão de tempos letivos importantes para as suas aprendizagens, não são apenas um problema para os alunos que a eles se sujeitam. São-no também para os professores que, convocados para corrigir provas, terão de o fazer acumulando esse serviço com a sua atividade letiva.
Acabaram as aulas, começaram os treinos e estão aí os exames
Os meninos do 4.º ano de escolaridade começaram a realizar os exames a que estão obrigados. Na próxima quarta-feira voltarão a sentar-se em salas para o segundo exame que nem por se chamar prova de final de ciclo deixa de ser o que realmente é.
Pré-aviso de greve até 30 de junho
As organizações sindicais prolongam o período de greve a todo o serviço relacionado com o PET até 30 de junho (formação presencial, formação e certificação na plataforma Fronter, sessões de Speaking, correção e classificação da prova escrita). Pré-Aviso
Madeira: "O papel da Autonomia Regional na definição das políticas educativas"
O Sindicato dos Professores da Madeira organizou uma Conferência sobre “O Papel da Autonomia Regional na Definição das Políticas Educativas”, que decorreu no passado dia 22 de maio, no auditório da sua sede, à Calçada da Cabouqueira, no Funchal.
Ao longo do 3º período letivo, FENPROF promove ciclo de conferências
Apontamentos sobre as conferências já realizadas
20 de junho: Professores voltam à rua!
Manifestação nacional em defesa da profissão e de uma educação pública de qualidade
A Plataforma Sindical decidiu convocar uma Manifestação Nacional de Professores, Educadores e Investigadores para dia 20 de junho, um sábado, em Lisboa, que seja um momento de grande afirmação em defesa da profissão e de uma educação pública de qualidade, centrada nos seguintes aspetos concretos: horários e condições de trabalho adequados; aposentação que tenha em conta o desgaste provocado pelo exercício da profissão; contra a municipalização da Educação; respeito pelo trabalho dos professores. Mário Nogueira, Secretário Geral da FENPROF, apresentou e comentou, perante os jornalistas (foto J. Caria), o documento que reúne as conclusões essenciais da reunião que juntou oito organizações sindicais. De 2 a 4 de junho, decorrerá uma Consulta Nacional aos Professores e Educadores, com votação nas escolas, para apurar a posição dos profissionais em relação à municipalização da Educação.
FENPROF reuniu com a presidente da FCT
Que futuro? Que mudança? Que correção para os erros cometidos? Que disponibilidade para reverter a situação? Estas foram algumas das questões que a FENPROF levou à nova presidente da FCT, recentemente empossada, em reunião realizada a 15 de maio (na foto de J. Caria: delegação sindical que se deslocou à FCT, na Av. D. Carlos, em Lisboa)


